Elemento Denso

15-10-2015 12:16

    Elemento Denso é um nome moderno para algo muito, muito antigo. Desde que a humanidade pôs os pés neste planeta, ele já se instalou por aqui. Hoje, diante da nossa investigação, podemos afirmar que sua origem é de fora, do espaço sideral, juntamente com as sementes humanas. No começo, era muito sutil, sua real natureza era imperceptível, pois se confundia com o desejo de exploração, de conhecer novos ambientes, de ter novas experiências, de densificar a energia proveniente da instância espiritual de quinta dimensão do Ser em um corpo de quarta dimensão, e posteriormente terceira dimensão, o que de fato aconteceu em nosso planeta há muitos milhões de anos.

    Nossas investigações nos levaram a conhecer as origens do elemento denso neste planeta. O que certamente nos abre a possibilidade de investigar fatos que ocorreram, até mesmo, antes da formação da Terra e a relação destes fatos com os seres que escolheram este Planeta para realizarem suas experiências. Nosso planeta é muito especial e recebe destaque na galáxia por comportar uma experiência sem precedente, em particular, muito difícil de ser sustentada. A energia empregada nesta experiência é tão grande, que nosso planeta encontrou apoio com os 12 Seres que compõem o Conselho Galáctico.

    Seguimos pelo caminho da concepção universal porque ela se repete dentro de nós mesmos. Tal como é acima é abaixo, semelhante ao grande é o pequeno. Nosso universo particular, nosso corpo, tem características semelhantes ao grande universo, ou melhor, ao multiverso no qual estamos vivendo e nos desenvolvendo. Adquirir um corpo neste planeta é para o Ser uma espécie de experiência em escala microscópica, com o intuito de adquirir subsídios para suas experiências macroscópicas.

    Observando nosso planeta com um olhar diferenciado, tal como descrevemos acima, podemos compreender melhor a expressão “escola planetária”. Nossas observações e compreensões do processo evolutivo da humanidade nos indicam que nosso planeta é uma escola que permite vários níveis de evolução. Da mesma forma como existem instituições de ensino nos diversos níveis educacionais, também a evolução dos Seres “matriculados” neste planeta segue seus níveis instrucionais específicos.

    Há muitos milhões de anos criamos para nós mesmos a primeira manifestação corpórea do Ser. Essas criações eram muito grandes e fortes, tinham plena consciência de quem eram e o que estavam fazendo aqui, viviam felizes em uma espécie de paraíso tropical, a temperatura média no planeta e o nível de oxigênio na atmosfera eram um pouco maior do que hoje, o que possibilitava formas de vida vegetal e animal bem diferentes. Os insetos, por exemplo, naquela época podiam chegar ao dobro do tamanho dos atuais.

    As criaturas humanoides não tinham os órgãos genitais desenvolvidos. Sua estrutura vibracional também era distinta da nossa. Seus “ossos” não eram como os nossos, mais pareciam cartilagens. Apesar de terem corpos maleáveis e bem flexíveis sua estrutura era muito forte e resistente. O tempo de vida também era prolongado, algo em torno de 2 mil anos. Esta experiência se deu em um local fortificado com altos muros de pedra já que existiam certos perigos para aqueles seres no ambiente exterior.

    A próxima etapa da experiência do Ser, foi o desenvolvimento por meio de engenharia genética dos órgãos sexuais nas referidas criaturas humanoides. Cabe aqui um esclarecimento ao leitor, em relação à criação da humanidade, nós temos ciência das diversas visões religiosas da criação da humanidade, respeitamos todas, porém nossas observações diretas nas memórias vivas da natureza nos indicam que a interpretação místico-religiosa da criação é uma metáfora usada pelos homens/mulheres que viram o mesmo que nós vemos agora e não sabiam como explicar para a população da sua época, visto que o nível de desenvolvimento intelectual e emocional ainda era imaturo.

    A menção bíblica: “foi tirada uma costela do homem Adão para formar a mulher Eva”, em nossa interpretação, é uma forma rudimentar e metafórica de explicar a engenharia genética avançada aplicada pelos Seres que desenvolveram nossos corpos. Portanto para nós, existiam criaturas que não eram nem homens, nem mulheres, já que seus órgãos sexuais não estavam desenvolvidos. A engenharia genética aplicada nesta operação é fabulosa e supera em níveis astronômicos o que se conhece hoje na referida área de conhecimento. Estamos falando de seres multidimensionais com capacidade de modelar corpos no nível atômico, construir moléculas e desenvolver estruturas complexas, dentre as quais se destaca o DNA.

    Quando os criadores da humanidade chegaram neste planeta encontraram criaturas nativas pequenas e muito dóceis que viviam se escondendo em cavernas. Sua estatura raramente superava os 50 cm de altura, tinham a cabeça grande e membros delgados, apesar deles se equilibrarem sobre dois pés como nós atualmente, sua aparência lembrava mais a de pequenos macacos sem pelo. Foram considerados como criaturas inferiores e não eram incomodados nem incomodavam as enormes criaturas humanoides de aproximadamente 5 a 6 metros de altura criados pelos engenheiros siderais. Estes pequenos seres que viviam à margem da grande muralha de pedra, despertaram o interesse dos engenheiros siderais, pois tinham órgãos sexuais e se dividiam em dois grupos: machos e fêmeas.

    Como se tratava de um desafio, os engenheiros siderais se propuseram criar humanoides machos e fêmeas. Para espanto daqueles seres extraordinários a experiência de separação dos sexos foi malsucedida. Quando chegavam à idade de amadurecimento sexual os clones morriam. Sim, é isto mesmo, os primeiros humanos eram clones de seus criadores. Clones sem órgão sexual, portanto, não se reproduziam como nós, eles se autoclonavam, seus “filhos” eram clones deles mesmos. Os engenheiros siderais chegaram a um impasse e não conseguiam avançar na experiência, pois não encontravam solução para a separação dos sexos.

    Felizmente a cooperação universal se fez presente por meio de um acordo com seres muito mais antigos que já habitavam nosso planeta há milhões de anos antes dos engenheiros siderais chegarem. Estes seres viviam em bolsões no interior terrestre e tinham dificuldade de vir à superfície, pois eram sensíveis aos raios solares. Sua engenharia genética também era muito poderosa e já havia criado as pequenas criaturas que citamos acima.

   Feito o acordo, as duas classes de seres, muito diferentes em sua natureza, mas motivados por um objetivo em comum, começaram a trabalhar juntas. Os seres da superfície queriam dominar a técnica da criação de corpos humanoides sexuados (macho e fêmea), os seres intraterrenos queriam dominar a capacidade de vir para a superfície e viver livremente à luz do sol, assim juntaram esforços e construíram ao longo de muitos anos de estudo, tentativas, erros e acertos, corpos humanoides sexuados. O sucesso veio com a junção genética dos grandes humanoides de 5 a 6 metros de altura com os pequeninos, mais parecidos com macaquinhos sem pelos, habitantes das cavernas. Cabe um esclarecimento com relação a natureza destas criaturas que mencionamos, tanto os gigantes criados geneticamente pelos engenheiros siderais como os pequeninos criados pelos intraterrenos não eram mamíferos. O fato de o Humano atual ser mamífero é uma alteração genética bem mais recente, alguns poucos milhões de anos atrás, que estudaremos em outros artigos.

    A união entre os gigantes de origem genética espacial e os pequeninos como tronco genético terrestre criou uma condição inusitada para os engenheiros siderais, sua criação não era mais “pura”. As criaturas resultantes desta mistura genética inédita eram “também” animais. Suas reações eram, às vezes, motivadas por puro instinto animal. A “pureza espiritual” totalmente controlada nos antigos clones já não era natural nas novas criaturas. Esta condição, ou seja, a referência de valores e os saberes espirituais (entenda também espaciais) precisava ser ensinada e aperfeiçoada ao longo da vida do novo humanoide hibrido, visto que eles ainda eram construídos por engenharia genética, já que a concepção, ou seja, a transferência da semente do ser humanoide masculino para o útero do ser humanoide feminino ainda não estava resolvida.

    Esclarecemos que os engenheiros siderais são seres com corpos extremamente longevos e vivem em dimensões paralelas a nossa onde a deterioração de seus corpos praticamente não existe. Este fato explica como eles podem conduzir experiências genéticas tão demoradas. O que para nós são milhares de anos, para eles, não passa de um piscar de olhos. Esclarecemos, também, que estes engenheiros siderais ainda nos observam atentamente e que não deram por concluída sua experiência planetária.

    Dada a dificuldade e os inúmeros fracassos em fazer a transferência da semente masculina para a matriz feminina os engenheiros siderais resolveram divulgar a experiência que estavam fazendo neste planeta e lançaram a questão para toda a comunidade universal. Muitos Seres se interessaram pelo que aqui estava acontecendo e vieram ajudar, no entanto, nada mudou e a solução da equação permanecia um mistério. Mesmo se tratando de seres magníficos com conhecimentos multidimensionais que extrapolam e muito tudo o que temos hoje, o mistério da concepção permanecia. O principal fator era que a semente precisava conseguir transportar e sustentar a vibração da instância espiritual do Ser, do corpo humanoide masculino para um corpo humanoide feminino. No entanto, a vibração do espírito era muito forte e desarticulava as moléculas da semente que se deteriorava antes de chegar à matriz feminina.

    Depois de um longo período da divulgação da experiência terrestre surgiram seres muito altos e silenciosos que se prontificaram a construir uma semente capaz de aguentar a vibração do espirito. Estes seres eram (e são) muito diferentes dos engenheiros siderais e dos intraterrenos, de fato, seres de extraordinária capacidade técnica, seus feitos seriam considerados por nós, humanos atuais, como verdadeiros milagres. Eles têm forma humanoide, a pele parece branca opaca, a cabeça é grande, boca pequena, nariz e orelha imperceptíveis e apenas um olho brilhante, normalmente se apresentam trajando longas vestes que cobre do pescoço até os pés e sua vibração tem característica neutra. Por outro lado, a vibração dos intraterrenos tem característica ativa, expansiva, sua pele tem tom esverdeado e textura grossa, tem cabeça alongada e chata, dois olhos com íris verticais, nariz pronunciado, boca grande e orelhas imperceptíveis, suas roupas são fortes e resistentes com tons escuros. Já a vibração dos engenheiros siderais tem característica passiva, introspectiva, são os mais semelhantes com nossa aparência atual, tem corpo muito forte e alto, pele branca, olhos com pupila arredondada como a nossa, nariz, orelhas e boca semelhantes a nossa. Normalmente trajam vestes brancas com detalhes dourados.

    Foi estabelecido, então, o acordo de cooperação entre as três grandes esferas de Seres Cósmicos para a criação da semente capaz de transportar o espírito de um corpo humanoide para outro. Como prometido os seres altos e silenciosos desenvolveram com perfeição a semente que hoje conhecemos como espermatozoide. Visto do ponto de vista da instância espiritual do Ser o espermatozoide é uma nave que tem capacidade de conter a vibração do espirito e pode ser pilotada por ele. Somente o espirito tem o código de acesso do óvulo, que é previamente estabelecido nas instâncias espirituais antes da concepção. Portando, somente aquele espermatozoide que tem o código de acesso poderá se introduzir no óvulo e fecundar a matriz.

    A cada nova geração era necessário ensinar aquela população de humanoides masculinos e femininos que apenas um espermatozoide era suficiente para fecundar a matriz. E que este processo deveria seguir rígidos padrões espirituais com, inclusive, acompanhamento de um mestre instrutor durante o ato sexual. Esta condição de procriação era muito especial e altamente espiritualizada. A sociedade humanoide daquela época seguia rígidos padrões de comportamento o que dava a ela extrema beleza espiritual, longevidade e condições de autoconsciência extraordinárias. Todos os 12 sentidos estavam despertos e podiam ser usados livremente.  Hoje usamos apenas 5: tato, olfato, visão, paladar e audição.

    Esta condição durou muitos milhares de anos, porém o lado animal do DNA, vindo da população local dos seres pequeninos, que viviam nas antigas cavernas começou a se pronunciar cada vez mais. Para aquelas criaturas rústicas e instintivas, não havia sentido em uma concepção espiritualizada. Esta emoção instintiva dominou a mente humanoide e seduziu alguns seres a abandonar a grande cidade de pedra construída como abrigo para aquela comunidade. Aqueles que queriam sair da cidade não eram impedidos, pois os arquitetos espirituais desta grande trama cósmica contavam com esta possibilidade e estavam especialmente interessados nos resultados do que viria a seguir.

    Assim saíram centenas de humanoides da grande cidade de pedra e começaram a dar vazão para toda aquela emoção instintiva e animalesca que brotava em seus corpos. Como consequência desta vazão instintiva eles foram abandonando as regras e normas dos mestres espirituais da grande cidade de pedra e esquecendo seus ensinamentos. Por fim, abandonaram a última característica que os diferenciava dos animais, o ato sexual espiritualizado, que conduzia a concepção de uma nova criança na matriz feminina por meio de apenas um espermatozoide.  Este derradeiro e definitivo fator conduziu aqueles humanoides, antes altamente espiritualizados, a viver como animais com consequências extremamente desagradáveis para eles.

    As consequências desagradáveis da vazão dos instintos animalescos destes humanoides ancestrais e a perda da consciência espiritual do ato sexual foram os principais fatores que contribuíram para a criação e fortificação do que denominamos elemento denso. Estabelecendo um paralelo entre a visão romanceada e metafórica dos textos religiosos, podemos associar este momento da experiência humana, descrito neste artigo, com a saída de Adão e Eva do paraíso. Esclarecemos que esta saída foi voluntária e consciente e portando não cabe nenhuma “culpa” aos humanoides que vieram depois, frutos deste episódio. De fato, esta etapa da vazão dos instintos animais, está sendo observada, até hoje, com grande interesse pelos engenheiros siderais e demais seres responsáveis pelo Projeto Planeta Terra.

    Concluímos este artigo, ressaltando que o elemento denso é nossa criação, faz parte de nós, está dentro de nós, nas nossas entranhas, no nosso sangue, nas nossas emoções e em nossa mente. Os primeiros humanoides engendrados pelos seres siderais somos nós mesmos em existências passadas e os próprios engenheiros siderais, também, somos nós mesmos, em instâncias superiores do Ser. Nós somos os criadores e a criação. Nós somos a experiência e os experimentadores. Nós somos o que somos. Como citamos no artigo anterior, intitulado Apocalipse, temos a oportunidade de promover uma grande mudança. Este momento é precioso, pois nossa história como habitantes deste planeta escola está sendo desnudada.

    Colocando-nos como criadores e executores da experiência, seria o momento de concluirmos esta etapa, fazer o balanço geral dos resultados e propor novos desafios? Considerando que ao liberar nossos instintos animalescos, em um passado distante, perdemos o controle do experimento e nos deixamos levar por suas consequências, seria o momento de retomar as rédeas da experiência assumindo quem somos realmente e deixar de nos comportar como vítimas das circunstâncias?

    Sendo o elemento denso fruto de uma tendência animalesca ancestral, seria possível que nós mesmos, assumindo simultaneamente nossa parte “animal” e nossa parte “espiritual” equacionássemos uma solução para o equilíbrio destas duas realidades distintas que hoje habitam dentro de nós mescladas em nosso DNA? Seria este o “caminho do meio” proposto por um expoente mestre espiritual da nossa história?

 

15 de outubro de 2015.

 

 

 

 

 baixe este arquivo em PDF, indicado para impressão