Ilusão

17-12-2016 14:40

            Em um determinado momento das nossas experiências surge esta magnífica e enigmática pergunta: o que é ilusão? Invocando a Lei das Polaridades, mencionada no artigo anterior, poderíamos perguntar, de igual forma, o que é real? Realidade e ilusão são duas faces da mesma moeda. Aquilo que achamos plenamente real pode não o ser. Assim como aquilo que interpretamos como ilusão, também, pode não o ser.

            Percebemos, por meio de nossas investigações, que as pessoas, em geral, acreditam que são Seres Humanos em busca do “Divino” da tão sonhada “Ascensão Espiritual”. Será esta a realidade dos fatos? Será que esta é a forma mais adequada de interpretar o que estamos fazendo aqui, vivendo neste planeta? E se for justamente o contrário? E se formos seres altamente espiritualizados, “Criatura Divinas” experimentando a vida material, experimentando a criação de um veículo denso chamado Corpo Humano? Adotando este ponto de vista, podemos apreciar o grau de inconsciência que nós, Seres Humanos do Planeta Terra, estamos vivendo agora.

            No começo desta experiência no Planeta Terra, antes da chamada “Queda Adâmica”, existiam seres altamente evoluídos espiritualmente. Aqueles habitantes tinham total consciência da nossa origem espacial. Era possível se comunicar à vontade com outras instâncias do Ser. Havia contato entre os habitantes dos Planetas do Sistema Solar. Naquela época, se vivia na quarta dimensão. A quarta dimensão superior é a dimensão apropriada para as criaturas Humanas evoluídas espiritualmente e que querem experimentar uma existência com corpo de carne e osso, como o nosso, porém menos denso que este. Já a terceira dimensão, esta em que vivemos agora, é destinada, na grande maioria dos casos, para desenvolver experiências com vida na vibração animal e vegetal.

            O início desta experiência Planetária foi muito agradável, de fato. Com toda razão, é possível chamar aquele período de “Éden” ou “Paraíso”, porém, tudo mudou com a chamada “Queda Adâmica”.

            Observamos que em algumas religiões, este tema é abordado como o grande erro da Humanidade. Ligam estes fatos históricos, do nosso passado remoto, ao pecado original, à tentação do demônio em forma de serpente e à perda da condição divina da humanidade. Percebemos que alguns autores, ligados à visão mística do processo de densificação vibracional vivido pelo Planeta Terra e seus habitantes, na época os Lemurianos, fazem uma análise deste período, chamado de “Queda Adâmica”, como catastrófico. Pelo que pudemos investigar e analisar por meio dos registros da natureza e nossas próprias memórias, foi, sim, um período traumático, isto não podemos negar. Entretanto, analisando mais profundamente a questão, nos perguntamos: será que tudo isto não fazia parte de um plano? É possível que seres altamente espiritualizados, com nível de consciência Galáctica, cometessem um erro? Seria nossa existência atual, a humanidade como um todo, com todas as suas imperfeições e problemas, aparentemente insolúveis, um “erro dos deuses”?

            Procuro compreender a ilusão atuante neste mundo há muito tempo. Nos últimos anos, tenho percebido algumas formas vibracionais muito interessantes que, ao que tudo indica, produzem as várias e várias formas de ilusão na psique dos Humanos. Pelo que observei, chega a ser, praticamente, uma hipnose coletiva. Como já descrevemos anteriormente, quando os Engenheiros Siderais, como seres altamente espiritualizados de quinta dimensão, chegaram a este planeta, incontáveis anos atrás, entraram em contato com criaturas das dimensões mais densas para criar um “Plano do Curso Planetário”, algo similar a uma ementa de um curso de faculdade. Muitas sugestões e conselhos foram dados, alguns adotados e outros não.

            O plano de curso compreendia uma experiência planetária de vários milhões de anos que geraria sete grandes raças-raiz com corpos específicos ao seu período de atuação, e sete sub-raças, que se desenvolveriam dentro do período de tempo de uma grande raça-raiz. Como descrevemos em artigos anteriores, foram convidadas as esferas de Lilith e Nahemah para gerenciar as questões sexuais quando estas entrassem em ação, como previsto na ementa do curso planetário, o que ocorreu na quinta sub-raça da terceira grande raça-raiz, chamada de Lemuriana. Segundo nossas pesquisas, a primeira grande raça-raiz foi chamada de Protoplasmática. A segunda, de Hiperbórea. A terceira, de Lemuriana. A quarta, de Atlante e a quinta grande raça-raiz, ou seja, a nossa humanidade atual, chamada, dentro da visão espiritual-espacial, de Ariana.

            Segundo nossas pesquisas, esta raça-raiz se chama Ariana em referência vibracional ao deus Ares/Marte, o deus da guerra entre os gregos. De todas as raças que habitaram a superfície da Terra até agora, a nossa é, de longe, a mais belicosa e violenta. A cada grande raça-raiz, um treinador principal é chamado para lecionar sua matéria nesta grande escola chamada Terra. Isto não significa que os outros treinadores não estejam atuando, claro, apenas que existe uma tendência a explorar com mais intensidade determinada forma vibracional ou determinada energia em determinada grande raça-raiz. Hoje percebemos que o treinador principal trabalha intensamente na vibração da violência, da ira, da raiva, do ódio, da guerra, etc. Por outro lado, existe outro treinador que trabalha sem mostrar seu rosto: me refiro à ilusão. Este treinador teve seu período principal de atuação na antiga raça-raiz chamada Atlante.

            Os Atlantes não eram tão belicosos como a nossa raça Ariana. Tinham, sim, algum grau de atuação nesta área, pois possuíam uma alta tecnologia bélica, mas procuravam, ao máximo, evitar seu uso. O período Atlante foi muito, mas muito mais calmo, em se tratando de agressividade e violência entre seus habitantes. Era uma sociedade sofisticada e muito avançada cientificamente, naturalmente pacífica. Tinham naves espaciais muito rápidas que usavam o magnetismo planetário para viajar e se localizar no Sistema Solar e no espaço profundo. Algo muito inteligente, já que o magnetismo do planeta é como a nossa impressão digital: bastava programar o “computador” (algo similar na época) da nave e deixá-la ir no piloto automático até o planeta que se queria chegar. Tenho memórias que me revelam que a viagem até Marte durava, no máximo, três dias. O sistema de propulsão era por discos magnéticos que giravam abaixo da nave a uma velocidade assombrosa. As naves para viagens locais até um planeta do Sistema Solar, por exemplo, não eram muito grandes; tinham aproximadamente 20 metros de diâmetro e eram produzidas na forma de disco, uma forma similar a um prato de boca para cima em conjunto com outro prato de boca para baixo, colocado em cima do primeiro, formando um disco.

            O principal treinador da grande raça-raiz Atlantes foi uma criatura espacial, muito velha e de grande conhecimento na arte da ilusão. Buda o chamou de Maia, o demônio da ilusão. Samael Aun Weor, grande sábio contemporâneo, o chamou de Orgulho; Salomão, o Senhor da Sabedoria, o chamou de Vaidade. Para mim, em um momento muito difícil da minha vida, Ele se apresentou como Vânita.

            Tal criatura é extraordinária, um dos maiores treinadores que foram contratados pelos Engenheiros Siderais naquele passado remoto antes da formação da primeira grande raça-raiz, para desenvolver o plano de curso planetário. Sua atribuição é das mais difíceis: sua missão é enganar os deuses. Mestre supremo da ilusão, criou mecanismos surpreendentes que hoje aprisionam eficazmente a mente da grande maioria dos habitantes do Planeta Terra. Suas técnicas de hipnotismo coletivo são tão eficientes que alcançam, mediante fios invisíveis, todas as pessoas em todos os lugares do mundo. Existem raríssimas pessoas que escapam a este mecanismo de controle.

            Sua atuação também esteve presente da terceira raça-raiz: a Lemúria. Porém, naquele período de aprendizado, mais especificamente na quinta sub-raça, momento em que foi feita a experiência de criar indivíduos masculinos e femininos, a lição era de ordem sexual. Isto ocorreu no final da quinta sub-raça da Lemúria. Antes disto, os corpos eram clones sem os órgãos sexuais, ou seja, andrógenos.

            Após a criação dos corpos sexuados para os Lemurianos, ainda houve um período bem longo de paz e tranquilidade. A chamada “Queda Adâmica” não ocorreu imediatamente após a criação dos corpos sexuados. No entanto, conhecedor do plano de curso pré-estabelecido, criado pelos Engenheiros Siderais antes mesmo da primeira raça-raiz chamada Protoplasmática, esta entidade que aqui nos referimos como Orgulho ou Vaidade, começou a montar sua proposta de trabalho. Como senhor das ilusões, começou a se encontrar com os Lemurianos sugerindo uma separação entre a criatura e seu criador, ou seja, uma semente de discórdia que produziria uma espécie de rebelião contra os “deuses criadores”.

            O jogo psicológico imposto pelo fabuloso mestre das ilusões estava, precisamente, em que os Lemurianos, se esquecessem de que eram, ao mesmo tempo, criatura e criador. Assim, o senhor das falsidades criou e concebeu o conceito da separação entre Deus, o “criador”, e os Lemurianos, suas “criaturas”. Estava plantada a semente da discórdia, que culminou na rebelião dos anjos (as inocentes criaturas Lemurianas), chamada pelos místicos de “A queda de Lúcifer e seus seguidores”. Como sabemos, no mito de Lúcifer, por vaidade, Ele cai do céu, pois quis se igualar a Deus e, por isto, foi banido para a Terra. A História conta que Lúcifer foi vencido e expulso do céu pelo Arcanjo Miguel. Interpretando este mito à luz da visão espiritual-espacial, podemos associar os Lemurianos da história aos anjos caídos. A história fictícia e ilusória do senhor das ilusões convenceu os habitantes da antiga Lemúria de que eram criaturas “inferiores” aos deuses criadores, os Engenheiros Siderais, criando uma interferência no padrão vibracional, uma ruptura mental, a primeira de todas as crenças que vieram a ser implantadas na mente Humana desde então.

            Este falso conceito persiste até os dias de hoje e tem se fortalecido, planetariamente, com as egrégoras de atuação deste fabuloso treinador. Após implantada a semente da discórdia, entraram em cena os treinadores ligados às questões sexuais, pois os Lemurianos, neste período, já eram criaturas heterossexuais. Com a força descomunal dos elementos densos da nona esfera, algo tão poderoso como o interior de um buraco negro, Lilith e Nahemah, terríveis treinadoras, avançaram na ementa do curso planetário destinada a atuar na intensificação da sexualidade. Logo, aqueles Lemurianos, convencidos pela semente da discórdia de que já não eram mais divinos, abraçaram com convicção os ensinamentos destas duas “Senhoras do Caos”, e veio a chamada “Queda Adâmica” por meio do elemento denso chamado, misticamente, de “Luxúria”, a rainha de todas as baixas paixões sexuais.

            Nossa civilização, atualmente, experimenta a atuação destes três principais treinadores: a Luxúria, que representa todas as questões de ordem sexual, o Orgulho ou Vaidade, que representa as questões referentes à ilusão, ganas de poder e dominação, e a Ira, que representa as questões ligadas à violência, guerra, ódio, assassinatos, brutalidade, etc. Somados a estes três exímios treinadores, se apresentam também, nesta quinta raça-raiz, os elementos densos da Inveja, Cobiça, Preguiça e Gula, formando os conhecidos sete pecados capitais. Com o avanço das lições do treinador da violência e da guerra, que aqui chamamos de Ira, houve o fortalecimento de um oitavo elemento muito importante neste cenário de aprendizado planetário: nos referimos ao Medo.

            Nossas investigações indicam que o medo tem tornado o Humano um prisioneiro de si mesmo. Percebemos o medo se generalizando em todo o mundo, causando pânico nos habitantes. A violência está atingindo níveis absurdos e, com isto, surge uma opressão advinda do medo que danifica a psique e coloca as pessoas em estado de depressão profunda. O número de pessoas em estado depressivo no mundo, frutos o medo de viver, é alarmante.

            Considerando todo este cenário aparentemente caótico em que vivemos atualmente como humanidade, refazemos nossa pergunta do começo deste artigo: por acaso os “Deuses Criadores” ou os “Engenheiros Siderais” se equivocaram? Seriam o Planeta Terra e seus habitantes cheios destes elementos densos (vibrações animais), acima citados, um erro dos “Criadores Celestiais”? Deus erra?

            Nossas investigações nos dizem que este planeta é uma escola sofisticadíssima, capaz de conter o poder de deuses dentro de Corpos Humanos mortais e que tudo que vivemos “É, SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ OBRA NOSSA”. Não existem vítimas vivendo neste planeta. Todos os seres que fizeram matrícula nesta escola planetária receberam a ementa do curso por escrito, leram com muita atenção e assinaram, conscientes e comprometidos a desenvolver as matérias aqui ensinadas. Nós somos os criadores do sistema, assim como somos as criaturas que o habitam. NÃO HÁ, NUNCA HOUVE E NUNCA HAVERÁ SEPARAÇÃO ENTRE O HUMANO E O ESPIRITUAL. Deus e Humano são uma coisa só, indissociável por natureza. O que é Espiritual também é Humano, e vice-versa. Esta é a chave para se compreender a ilusão, a semente da discórdia implantada há milhões de anos em nossa mente. Portanto, respondendo às perguntas acima: NÃO EXISTE ERRO! O plano do curso planetário está em pleno desenvolvimento; as aulas estão sendo dadas pelos treinadores de forma magistral. Entretanto, nós, Criaturas Divinas ocupando Corpos Humanos, estamos implantados com a primeira crença, com a primeira ilusão: a crença da separação entre Humano e Divino, a falácia que gerou a discórdia entre nós, criaturas e nossos criadores, exatamente a mesma que motivou a “Queda Adâmica” há milhões de anos, tratasse de um implante mental, uma lavagem cerebral, poderíamos dizer. Aí está o hipnotismo coletivo atuando! Com esta porta aberta foi possível implantar os mais diversos cultos, as mais diversas formas religiosas ao longo da história Humana. Foi possível desenvolver o poder de humanos que dominam outros humanos, se intitulando intermediários entre Deus e os Humanos. Foi possível propor, pelo mestre das ilusões, às mentes Humanas, as mais variadas formas de vaidade, os mais interessantes tipos de vícios, os mais preciosos dogmas, os mais interessantes tipos de domínio, as mais interessantes e viciantes forma de prazer. Como disse Salomão, Senhor da Sabedoria, “não há nada de novo sob o sol, tudo é vaidade”.

            A ilusão da separação entre o Divino e o Humano cria o ambiente fértil para o medo, a violência, a dominação e o poder, principais armas para subjugar o semelhante. Em uma existência, nascemos para aprender a lição de exercer o poder e domínio sobre outros. Na vida seguinte, somos nós que somos dominados, submetidos e humilhados. Um ciclo longo de vidas, existência após existência, até entendermos qual é o jogo que está sendo jogado, sem dúvida, uma “Divina Comédia”. Nós criamos o jogo e suas regras, assim, nós somos capazes de desvendar estes mistérios, nós somos capazes de eliminar a ilusão.

            A ilusão é de origem mental, portanto, se faz necessário aprender como a mente trabalha, como são seus mecanismos internos, seus níveis de atuação. Nossa mente é um precioso veículo de manifestação do Ser que Somos. Considerando o grau de densidade vibracional, temos o Corpo Humano, o mais denso, depois o Corpo Vital, em seguida o Corpo Astral e por último o Corpo Mental, o mais sutil de todos. Este conjunto de quatro corpos vibracionais representa o quaternário inferior do Ser, ou seja, os veículos de manifestação que dão condições de existirmos aqui no Planeta Terra.

            O implante da discórdia está no Corpo Mental. Para chegar a ele e desativá-lo é necessário compreender a lição de Ares/Marte, o Deus da Guerra. É necessário encarrar a Ira frente a frente. Faz-se necessário conhecer nosso interior belicoso, nossas batalhas monumentais, nossas guerras e toda ordem de violência que já praticamos. Precisamos reconhecer, em nossos pensamentos e sentimentos, todo sangue derramado por nós ou por nossos atos ao longo de nossa jornada neste Planeta. Esta prática é terrivelmente dolorosa, porém urgentíssima! A parte feminina do nosso Ser, chamada pelos místicos de “Mãe Divina”, esclarece que este ato de coragem e desprendimento quebra o ciclo de violência, rompe o implante da discórdia e, nos resgata deste lamaçal psicológico. A chave para se alcançar este nível de compreensão é o Amor. A abertura do plexo do coração e a respectiva aceitação dos valores do Cristo Íntimo, o Senhor da Vida, rompe o ciclo de tortura mental imposta pela ilusão.

            O Plexo do Coração representa em nós, vibracionalmente, o Sol. Por conseguinte, o Sol, a estrela mais próxima da Terra, representa a fonte da vida do Sistema Solar. Para nós, dentro da visão espacial-espiritual, o Sol é o Corpo Físico do Cristo, o Senhor da Vida em todo o Sistema Solar, que conhecemos como Miguel. Assim, voltamos ao mito de Lúcifer; por meio da ilusão, nós descemos junto com Lúcifer, nosso mentor para assuntos terrenos, às dimensões inferiores da natureza. Agora, por meio do Senhor da Vida, o Sol, iniciamos nosso retorno às dimensões superiores. Já nos foi dito, e agora temos plena consciência deste fato: toda iniciação que conduz a verdadeira espiritualidade é cem por cento Solar.

            Em todos estes anos de pesquisa sobre a ilusão, cortando cada vez mais fundo com o bisturi da auto-observação, chegamos à esta conclusão: faz-se necessário e urgente invocar Miguel, o Sol, o Cristo Solar, Senhor da Vida em nós, para nos resgatar da ilusão implantada há milênios em nossa mente. Esta é a cura para nossos mais profundos equívocos, esta é a chave preciosa que nos livra da ilusão. Todo treinamento do senhor das ilusões nós é útil para reconhecer o real em nós mesmos. A Vida Eterna palpita e pulsa dentro do nosso peito, batida após batida, nos alimentando com seu esplendoroso e infinito Amor.

            Esta chave é real! O Fogo Vivo que brilha no ponto vibracional do nosso coração, no ventrículo esquerdo, é capaz de nos tirar dos braços da ilusão e nos mostrar o Real em nós mesmos.

        Convido você, leitor(a), a compartilhar esta experiência libertadora e transcendental. A tão almejada liberdade das liberdades, está aqui e agora a sua disposição, de portas abertas no Templo Coração, onde oficia o Cristo Íntimo. Concentre-se e se dirija até Ele e, humildemente, peça sua benção e suplique a liberdade; peça de todo seu coração, o fim da ilusão. Reconheça a Divina Presença do Senhor da Vida e sua capacidade de pôr fim a milhões de anos de recorrências ilusórias. Compreenda que o que foi feito está feito. Coloque-se diante Dele de todo coração, e permita que Ele, o seu Salvador Íntimo, lave seus pés com o sangue do coração.

            Concluímos este artigo ressaltando o fato de que o treinamento proporcionado pelo senhor das ilusões corresponde precisamente ao reconhecimento do nosso próprio potencial interno. Enquanto olharmos apenas para fora e dermos poder para o que está fora de nós mesmos, continuaremos escravos da lição da ilusão. A reconexão espiritual, entre criatura e criador, é uma condição interna; trata-se do reconhecimento de quem Somos! Chegando ao real, dentro de nós mesmos, vem a liberdade e por consequência desaparece a ilusão.

 

17 de dezembro de 2016.

 

 

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